Quadro da minha irmã, nutricionista por formação, pintora por vocação….
Fiz uma festa de aniversário e uma das entradas foi esta, bonita de se ver e gostosa para comer.
Leve os pedaços de pão ao forno até um dos lados ficarem crocantes.. Amasse a ricota, tempere com azeite e sal.
Os figos cortei em 6 fatias, arrumei em um pirex e polvilhei açúcar (pouco). Leve ao forno por uns 5 minutos ou até amaciarem os figos.
Passe a ricota nas torradas, coloque o figo por cima e por último regue com um pouco de mel.
Estive no evento Paladar, no Grand Hyatt Hotel (S.P.) fazendo um curso de sobremesas com frutas brasileiras. Estava lá a chef Maria do Céu Athayde (ilha do Marajó) e fez o bolo de castanhas do pará com calda de manga. O bolo dela não ia farinha, apenas as castanhas que não podiam ser trituradas, mas sim, raladas. A calda era quase uma geléia, bem doce. Como sempre, quando resolvo fazer uma receita ela nunca está em minhas mãos.
Resolvi improvisar e fazendo jus ao nome do blog, uso o mínimo de manteiga numa e para ficar bom, a quantidade de ovos é maior, e o próprio óleo das castanhas já fazem o bolo não ficar seco. Para a calda, eu tinha uma quantidade de mangas em pedaços (sem casca) no freezer e resolvi aproveitá-las. A combinação é muito boa e como disse meu amigo, é um bolo maravilhoso para acompanhar um bom chá.
Bata os ovos com açúcar por uns 15 minutos na batedeira. Com uma espátula, vá peneirando a farinha e mexendo de baixo para cima com carinho. Leve o leite com óleo e a manteiga no microondas para esquentar e derreter a manteiga.
Acrescente o líquido à massa, mexa e por último as castanhas.
Coloque em forma de fundo falso (22cm) e leve ao forno moderado por uns 40 minutos ou até corar bem. Depois de frio, o bolo abaixa um pouquinho.
Calda de manga:
A proporção de manga e açúcar, dependem muito se a fruta está ou não doce e o gosto pessoal de cada um. Começe com pouco açúcar, pois depois de cozido o sabor da manga apura-se.
Montagem:
Corte o bolo ao meio, passe uma camada de calda, bolo outra camada de calda e por último, um pouco de castanhas trituradas.
Adorei a idéia da Simone de unir música e comida. Me pareceu um concurso “livre”, alguns blogs postaram a receita “combinando” com a letra da música, outros relacionaram a música ao momento em que degustaram o prato…enfim, eu adoro vários tipos de música, mas queria mesmo era postar uma receita com BANANA. Minha relação com a fruta é meia esquisita, não gosto dela in natura, mas sou apaixonada por ela em bolos e sobremesas.
Na minha infância, lá pelos meus 5 anos, estava almoçando com a minha família em um clube e de sobremesa pediram sorvete de…banana! Eu fiz cara feia, bati o pé, dizia que não gostava de banana…o sorvete veio em uma grande bola, na taça, coberto com uma fina camada de chantily envolvendo toda a bola. Minha mãe fez questão que eu experimentasse pelo menos uma colher…HUMMMM, o sabor era divino, parecia banana caramelada, mas não quis dar o braço a torcer e não tomei o sorvete. É engraçado como um sabor pode marcar tanto em nossa memória. Por conta deste fato, um dia na falta de morangos resolvi inventar o merengue de bananas carameladas. É super fácil de fazer e deixo alguns minutinhos no freezer, para comer geladinho.Também já fiz o sorvete de banana, mas a receita já é mais elaborada, envolve máquina, etc…
Epitáfio (Sérgio Britto / Titãs)
Devia ter arriscado mais e até errado mais
ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado as pessoas como elas são
cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração”…
O acaso vai me proteger
enquanto eu andar distraido
o acaso vai me proteger
enquanto eu andar
“Devia ter complicado menos, trabalhado menos
ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos, com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado a vida como ela é
A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier”
O acaso vai….
Modo de fazer
Leve ao fogo o açúcar para caramelizar. Quando estiver dourado coloque a água e deixe incorporar. Acrescente o cravo, canela e as bananas. Mexa com cuidado e cozinhe por uns minutos sem deixar a banana desmanchar.
Bata o creme de leite fresco gelado com o açúcar na batedeira até virar chantily.
Leve o chocolate com creme ao microondas até derreter e formar o ganache.
Montagem:
Em uma taça, “suje” as laterais com o ganache. Forre o fundo da taça com suspiros, coloque o chantily e por último as bananas carameladas já frias. Esta sobremesa deve ser comida no dia por causa dos suspiros.
Em homenagem a Luiza, coloquei a receita de arroz doce e agora coloco o de curau. A pousada dela é encantadora e não por acaso se chama Vale Encantado. O nosso curau é famoso no bairro, muitos clientes pedem a receita. Este, eu mesma fiz, porém o milho estava novinho (branco) e então rendem muito pouco. Caso compre milhos mais amarelinhos (porém com grãos macios) aumente a quantidade de leite.
Limpe e lave bem as espigas de milho. Retire com uma faca os grãos e coloque no liquidificador. Coloque o leite aos poucos e bata bem. Peneire esta mistura e aperte bem para aproveitar todo o suco do milho.
Leve ao fogo em uma panela grossa a mistura acima com o açúcar. Deixe cozinhando, mexendo sempre até engrossar. Caso fique muito espesso, coloque mais leite. Por último acrescente o leite de coco e o coco ralado. Não se esqueça de que depois de frio, ele “engrossa” mais. Eu costumo bater com um mix depois que esfria, pois forma uma “crosta” em cima. Outra saída é deixar coberto com filme plástico assim que se retira do fogo. Para os que curtem, polvilhe canela em cima.
Todos os dias os clientes me pedem receitas e vi no blog uma maneira de poder compartilhar com todos minha experiência profissional. Ao longo destes anos estudei e pratiquei muita coisa na cozinha. Não tenho um caderno de receitas, nem medidas exatas. Acredito que o mais importante para fazer um bolo é ter sensibilidade às texturas. Por isso, mesmo que da primeira vez não acerte, faça outras vezes até adquirir experiência. Minha receita para o bolo branco:
Primeira fase:
Bater os ovos com o açúcar na batedeira por uns 15minutos. Ficará firme, claro, cremoso.
Segunda fase:
Incorpore a farinha de trigo aos poucos com auxilio de uma peneira. Com uma espátula, faça movimentos circulares de baixo para cima. A maneira como se coloca a farinha é muito importante para a receita dar certo. Por fim, acrescente o leite com o óleo.
Asse em forno médio 180 graus, por uns 40 minutos, ou até que colocando um palito de dentes ele saia limpo. Uso forma redonda desmontável de 24cm. Depois de frio, corte duas vezes, formando tres discos
Recheio:
Misture todas as frutas e reserve
Calda:
Creme:
Leve o leite para ferver. Bata as gemas com o açúcar até ficar claro e cremoso. Misture a maisena, acrescente aos poucos o leite quente e volte tudo ao fogo mexendo sempre até que o creme esteje cozido e sem gosto de maisena crua. Por fim, acrescente o creme de leite e leve para esfriar. (coloque um filme plástico cobrindo o creme para não formar a “crosta”)
Cobertura:
Montagem:
Montar em uma forma de fundo falso:
Leve para gelar por umas 03 horas em geladeira. Retire da forma, cubra com chantily e as frutas restantes. Eu ainda incremento com uma calda de maracujá, mas é dispensável.